quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Update

  Ainda não escrevi nada aqui desde que vim de férias, I'm really sorry about that!
  O que é que vos posso dizer? Passei duas semanas óptimas este ano, uma com uma grande amiga minha na Praia das Maçãs, e outra em Ferreira do Alentejo.
  Tive uma sessão de reiki, uma regressão a vidas passadas acompanhada e com scanner (marvelous!), vim de lá revitalizado e agora com os ares da cidade e da minha companhia diária tenho de me manter bem equilibrado.
  Larguei o rótulo de vegan para passar a biocêntrico/biocentrista, já andava a notar a algum tempo que não compartilhava totalmente da lógica vegan. Para quem estiver interessado: http://news.infoshop.org/article.php?story=20080604153638368

  A Arroio nunca mais abre por causa do Mr. Crato, e as massas ignorantes estudantis continuam a culpabilizar a direcção e os professores, like uhhh misericórdia!!!
  I don't even know what to write in here, preciso de escola, desesperadamente, preciso de novos dilemas que só assim vão surgir, preciso de conhecer mais gente, preciso de arte, preciso de filosofia!!!

  Ah e estou apaixonado por esta música:

  Desculpem frases mal construídas ou erros ortográficos, não escrevo a algum tempo, e hoje nem a segunda leitura vai ajudar.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Ultraviolence [Deluxe Edition]

I present you heaven, no need to thank me.
Just for the sound, cuz Lana c'est très burguesa.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

[UPDATE3] Lernu - C01P01 [UPDATE3]

NOVO UPDATE, em muita coisa, convém ler outra vez
Estou a ressuscitar esta coisinha imatura, já fiz umas edições, e críticas sobre qualquer coisa são bem vindas, até porque algumas podem vir a fazer parte do enredo (com a vossa autorização, of course).

-- Intro --

  Olá! Chamo-me Caio, tenho 15 anos e vivo na cidade-escola Lernu. Resido na área Artificij, a mais colorida aqui do lugar, no dormitório Z, piso 1, quarto 9, quer dizer, suponho eu. Este é o começo de um novo ano lectivo, e apesar de ter pedido para ficar neste quarto posso não ter conseguido reservá-lo a tempo. Entrei nesta área no ano passado, já estou no 2º ano deste curso, e por isso já deveria saber mais ao menos o que me espera, digamos apenas que nesta escola, melhor, neste mundo, nunca se sabe o que pode vir a acontecer, a imprevisibilidade cósmica que dá valor à vida. E agora, um momento,  já volto a falar com vocês...

-- Capítulo 1 - Parte 1 --

   - Origin 0015 - ouviu-se dentro e fora da estação.
   - É o código da Noruega, não é? - perguntei a um amigo meu que me fazia companhia, o Kirran.
  O Kirran partilhava quarto comigo, mas como seguiu Audiovisual preferiu mudar-se para o dormitório Y. Um islandês loiro e de olhos azuis.
  - Acho que sim, achas que o Attin veio neste?
  - Provavelmente... vou telefonar-lhe - tirei o tablet da bolsa - Contactos, Attin, Chamada de Vídeo...
  Passado 2 segundos:
  - Hallo! - disse o rapaz pálido, ruivo, cheio de sardas, com uns olhos doces e verdes - Already here! Where are you guys?
  - Outside the station, do you want any help with the bags?
  - Oh, that would be cool! I'm close to the bar.
  - Comin'! - desliguei e começámos a andar.
  A arquitectura da estação era toda muito clean, composta por paralelepípedos, do lado de fora estava pintada de preto e branco, e ainda existia um espaço verde com uma grande fonte incluída. Lernu foi a primeira cidade-escola da confederação depois da chAnge, daí esta estação concentrar uma grande mistura de marcas. Na altura da inauguração toda a juventude do agrupado do momento foi convocada para colorir este ponto de conexão, o que resultou na maior explosão de tons e expressões dentro do seu interior.
  Entrando na estação temos à nossa frente as bilheteiras, do lado esquerdo o bar, e do lado direito as casas de banho, e por trás das bilheteiras a terminal.
  E lá estava ele, o Attin, carregado com uma mala de viagem e duas mochilas.
  Mal nos viu, veio a correr abraçar-nos:
  - 2 meses sem vos ver, já me estava a passar! - disse com um sorriso enorme na cara.
  - É, eu estou a sentir as tuas saudades cá em baixo - desfez-se o Kirran, começando-se logo a rir.
  - Parvo! - largou-nos rapidamente.
  - Wow! Não me digas que andaste a fazer musculação, 3 malas, grande progresso!
  - Tão engraçadinhos que vocês são, agora peguem nisto e ajudem-me.
  Eu e o Kirran pegámos na mala, e o Attin levou as duas mochilas. Caminhámos até chegar ao AutoHidro, um carro, não dos mais recentes, movido a hidrogénio, recuperado pelo Mar, um amigo da área Scientificus, para suportar a leitura dos sensores inteligentes das estradas, e assim poder andar em modo automático. Atirámos tudo para a bagageira, e de seguida liguei o carro.
  - Welcome! City recognized! Where do you wanna go?
  - Lernu Square.
  - Do you wanna go to Lernu Square? Please confirm.
  - Yes.
  - Lernu Square selected ~ 5 seconds to start
  - Entrem, 5 segundos! - sentaram-se os dois lá atrás
  - Four
  - Epah, eu ainda não sou motorista...
  - Three
  - É da pressa... - murmurou o Kirran enquanto tocava na mão do Attin.
  - Two
  - É da pressa é... Não quero nada aí atrás.
  - One ~ Moving
  - Nós aguenta-mo-nos, desde que continues a falar connosco.
  - Claro, claro, não se preocupem. Então já pensaram onde é que se vão entreter este ano?
  - O Kirran vai estar por trás das câmaras na LernuTV, eu vou para a MusiCaffe dar uso aos meus dotes culinários, e tu?
  - Same, neste caso cantar, assim já somos dois.
  - Só falta saber do Gav... - sorriu matreiramente o Kirran.
  - Da outra vez ficámos a fazer investigação na biblioteca, mas é provável juntar-se a nós, ele gosta de organizar tudo e mais alguma coisa, para além de tocar bateria.
  - Ou gosta de quem vai estar lá... - reaveu um olhar perverso.
  - Também. Se fosse a ti deixava de tentar ser o Macho Alfa da alcateia, até porque ele só existe na tua cabeça. - desabafei e o Attin soltou um riso.
  - Obrigado, também não era preciso seres assim tão duro. - resmungou o Kirran.
  - Sabes a diferença entre mim e um psicólogo? É que eu tenho de lidar com as tuas acções directamente dirigidas a mim.
  - Foi merecido, não te faças de vítima. - disse o Attin dando um soco leve ao Kirran.
  - Arrived
  - Já chegamos, agora vamos é sair do carro e ir ao Lernu Council ver onde ficámos. - disse ele, disfarçando o seu estado com a ansiedade por saber qual seria o seu novo quarto.
  Meti o carro em standby, e saímos.
  Lernu Square, a praça que se situava no centro da cidade, e no centro da praça permanecia uma estátua de uma árvore sem folhas, num dos ramos da mesma, uma coruja, o símbolo da sabedoria. A rodear a estátua, no chão, estavam os quatro pontos cardeais. A Norte da árvore estava o LC, a Este estava a sede mundial da International Students Association, a Oeste os escritórios da Mundial Education Cooperation, a Sul um posto da International Anarchist Confederation.
  Fomos directos ao LC informar-mo-nos sobre o quarto, e aproveitámos para preencher o pedido de emprego. A robotização substituiu a maior parte das ocupações burocráticas, um computador pede-nos o nosso cartão e a nossa impressão digital como método de segurança para depois podermos aceder a um menu com várias opções, uma delas a aceitação de residência, outra, a selecção de emprego.
  No começo das aulas há sempre pouca gente a trabalhar, só no terceiro dia é que os postos começam a ser ocupados. Nesta cidade composta principalmente por alunos, faz-se questão que haja contribuição, para depois podermos ter os benefícios de estudante. Não é algo que seja incompreendido, já que somos seres éticos e conscientes da interdependência, tanto que foi aceite de bom agrado, parte do acordo inicial. O nosso cartão de estudante também acumula horas de trabalho, o esperado é chegarmos até às 40 horas, acabamos por fazer sempre mais pois o que escolhemos costuma estar sempre relacionado com os nossos interesses e gostos.
  - Fiquei no Z19!
  - Eu também!
  - Y14! Entrei no Y!
  - Olha que ele agora troca-te num ápice...
  - Não troco nada... vamos continuar a sair, ou não? E até vos faço umas visitinhas...
  - Tenho cara de posse? - disse o Attin, zangado com o Kirran.
  - Oh mas foi ele-
  - Não sabes corrigir?
  - Come on... - aproximou-se para beijá-lo
  - I forgive you - beijaram-se
  - That's lame-
  - Vá anda cá - envolve-mo-nos em roda e abraçá-mo-nos colectivamente
  - but cute -finalizei.

Kirran
Attin

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Match

  Gente, descobri a minha half, pena que ela não sabe que eu existo ;-;
  O gajo é espirita, judeu (please, que não seja sionista), queer, a caminhar pro androgeno, cheira a amor livre/aberto, vegan (baseado na info de um artigo), tem o cabelo comprido, barba?, pêlo, e o modelo facial joga imenso com o meu, sem mais demoras, I present you, Ezra Miller.


  Eu não me aguentoooooo, nah estou só a exagerar, gosto imenso dele não só como actor mas como pessoa (that's what really matters), relaciono-me imenso sobre o que sei about him.
  Para eu ter um orgasmo só falta ele ser anarquista e conseguir ficar 2 anos mais novo, ou eu 2 anos mais velho, aí sim temos uma mensagem clara do Cosmos.
  About politics I know he knows a lot, e que já fez intervenção para protecção de animais e anti-aquecimento global. A cena que ele fez mal foi ter votado no Obama, mas digamos que eu fiz propaganda pro-Obama em 2012, não posso falar muito. Let's be fair, eram 2 demónios, mas o Obama mesmo assim era o que trazia mais direitos com ele, e isso tocou a comunidade.

  Deixo-vos uma interview, sejam felizes com este almost budha.

domingo, 13 de julho de 2014

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Arraial

  Sinceramente não tenho escrito aqui muita coisa, my fault.
  Guess what, não fui ao Arraial Pride '14.

  Razões da minha ausência neste evento:
 - tenho 15 anos (apesar de fisicamente aparentar uns 18-19) e a minha família, andando eu numa escola em Lisboa, ainda fica escandalizada quando eu saio à tarde para o Rossio
 - os comboios da CP acabam à 1:08 (no Rossio at least)
 - não me assumi a todos e iria dar para perceber que estava no Arraial [penso que aos 16 anos e no 11º da Arroio (pode não ser boa ideia, é o pior ano de lá) vou ter mais poder para o fazer, não consigo explicar muito bem, é mais algo que sinto]
 
  Porque é que eu queria ir?:
 - falaram-me bem daquilo
 - o cartaz parecia bom
 - billions of arroianos
 - a minha friend feminista do GDAA ia, e eu amo muito falar com ela, she gets me! Tanto que ela mandou-me um sms a perguntar se eu estava lá, expliquei-lhe os porquês e ela entendeu, porém fiquei ainda com mais vontade de ir
  - tinha estado na Baixa à tarde, por razões que não serão mencionadas (easy identification), passei por lá, aquilo ainda estava morto (óbvio), e sendo assim fui para o comboio... senti um aperto dentro de mim a dizer que devia voltar para lá, para sair em Campolide, trocar de linha, Rossio, e dar umas voltas... senti que naquele dia ia estar alguém importante para o meu desenvolvimento por aquelas bandas, parecia que tinha acabado de destruir um plano cósmico. Pensei para os meus botões "Se é assim tão importante, esta não será a última oportunidade", e segui viagem

  Razões para não ir:
 - digamos que não sou propriamente o mr. drogas (licitas e ilícitas) #straightedge, e por isso não vibro muito bem com ambientes dessa dimensão
 - tenho más relações com a ILGA
 - indivíduos imaturos e escravos modernos não assumidos que só querem festa não são a melhor companhia, but, still love you guys <3

  Qualquer um que neste momento ache que eu não me sei divertir, engana-se completamente, tanto que os que me conhecem sabem que muitas vezes eu aparento estar pedrado ou bêbedo, tem tudo a ver com frequência e foco mental. A luta contra a escravidão, a devoção à ética, a emancipação a todas as esferas, são os únicos meios para uma experiência no presente preenchida e feliz, sem necessidade de substâncias desnecessárias e atos opressores directa ou indirectamente.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Apagar

  Estava a viajar pela blogaysfera e deparei-me com um blog que estava para deixar de existir, ora, isto deu origem a um monólogo mental.
  Sim, porque não sei se já vos havia contado, mas há muitas conversas que nem sequer tenho, eu já basto. (deve ser daquelas cenas que nós achamos muito impressionantes devido ao grau de intelectualidade que nos faz parecer ter, mas depois fazemos todos, ou não)

  Eu entendo o porquê de limpar a tralha que acumulámos em momentos menos conscientes, mas não entendo o porquê de demolir a cave inteira, senão para construir uma nova. Porém, memórias não nos devem afligir, porque se tal acontecer significa que não estão curadas. E se não estão curadas, de nada vale a tentativa de extermínio da expressão das mesmas, pois voltarão sempre à nossa cabeça. O que pode e deve acontecer é o arrependimento e sensibilização de algo que escrevemos no passado e que neste momento pode provocar danos a alguém, que têm conteúdo graduados de "ofensividade" não intencionada, devido a várias circunstâncias. Eu já modifiquei e até apaguei posts por tal questão. Muitos deles foram apenas uma tentativa infantil de conseguir mais visitas ou seguidores. Ainda devem faltar alguns, várias opiniões mudaram. Felizmente cresci e já não faço por isso. Este espaço é cada vez mais meu e actual, apesar de ter uma expressão para o exterior.

  Falando em exterior, algo interessante é que quando escrevo aqui por vezes uso o plural para vocês (vêem?), como se fossem multidão, talvez um "tu", um "vês", seria melhor para criar uma relação com o leitor, já que nem são tantos. Terá de vir naturalmente.

  Ah, e só mais outro meu não entendimento, escrevo aqui já há algum tempo, porém só tenho dois seguidores (que no site se expressam apenas como um), será que sou mesmo péssimo a escrever ou a minha vida é das mais desinteressantes de sempre? Se alguém com a dádiva da sabedoria ler isto, pode sempre comentar a razão, só não espere a cave ser demolida, porque quem habita aqui sou eu, quer queira quer não #proud.

Destruir o exterior, a expressão, isolar-mo-nos, não modifica o interior.
O interior é a única base para a evolução, tudo o resto dançará com ele. 
Uma flor de Lotus passa por semente até atravessar o lodo, chegar à superfície, e exibir as suas pétalas.
Porém, nem por isso se esconde, nós sabemos do seu processo.

P.S.: Quero sublinhar que posts antigos (e quanto mais antigos, pior) já não conseguem caracterizar o RevolPan de hoje.

Marcha do Orgulho LGBT 2014

  Vá, está aqui o vosso post para Junho, podem parar de se lamentar.

  Tenho andado na maior atribulação, bem ocupado.
  As aulas na Arroio acabaram a 4 de Junho, penso, e eu, como viciado em escola que sou,  ainda fui visitar a escola antiga, assisti a umas aulas, voltei lá outra vez, fui à Arroio ver notas ao vivo, apesar de já as ter no mail...
  Tenho andado a sair, conhecer pessoas, curar relações, encontrar dinheiro do nada, well, estar a vibrar numa frequência mais alta recompensa imenso, também deviam experimentar.
  Viciei a V em Queer as Folk, já não via aquilo há uns dois anos, não tinha acabado de ver a última temporada, faltavam 3 episódios se não me engano, que vi nas primeiras semanas de férias, ainda fico no fangirling quando o Justin e o Brian têm lá as cenas deles.

  No passado sábado foi a Marcha do Orgulho LGBT 2014 de Lisboa, fui com malta fixe e diverti-mo-nos imenso, discursos xpto. Para não dizerem que sou mau:

  Fiz duas regressões a vidas passadas, tenho andado mais zen, vegan, penso fazer um channeling daqui a pouco tempo, e talvez uma projecção astral. Não se preocupem migus, eu estudo antes de me meter nas coisas.

  Talvez tenham um update de alguma história daqui a algum tempo, tudo depende do sopro do vento.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Maio

  Ontem foi a melhor Assembleia, até agora, do Grupo de Debate António Arroio, I have to say.
  Sim, podem não saber porque nunca vos contei, mas faço parte do GDAA, e isto é provavelmente informação em demasia, já que qualquer um de vós neste momento tem meios para me encontrar #fans
  O tema foi Anarquismo e até a professora de têxteis apareceu, é bom saber que há professores com a cabeça em dia.
  Fazendo testes de posições políticas vou comprovando o que sempre pensei, os jovens sendo mais puros e mais livres quanto a toda uniformidade e conformidade que envolve a nossa sociedade, têm crenças políticas na área da esquerda libertária, por vezes com alguma confusão mental sobre os assuntos que é facilmente explicável. Já algum medo também começa a tentar apoderar-se, suscitando muitas "impossibilidades" possíveis, mas com mais sensibilização e informação é só expulsá-lo.
  O GDAA é filho da estratégia anarquista séc. XXI para um mundo melhor. É a falar que os assuntos se resolvem, e é organizados que ganham força. Sensibilização, organização, revolução. 100 ou 1000 anos, o tempo não é desculpa para não progredir, parados é que regredimos.

   Um bom Dia do Trabalhador para todos, nas ruas ou com o fruto do vosso trabalho.



sábado, 26 de abril de 2014

Fascismo nunca mais

  Já que passei 2 dias seguidos em Lisboa, no dia 24 na coluna anarcho-queer "Capitães Queer", perto da faixa das Panteras Rosa, concentração Todos os Rios Vão Dar ao Carmo. Dormindo lá, e acordando para um 25 de Abril novamente no Carmo e depois as comemorações da Liberdade na avenida com o mesmo nome, o post do famoso dia em Portugal arrives today.
  As manifestações continuam a comover-me, o sentimento de reunião por uma causa é grandioso, saber que não estamos sozinhos e que ao mesmo tempo também estamos a ser solidários com quem está em pior estado que nós é emocionante e gratificante.
  Muitos dizem: "Para quê tanto protesto, nada vai mudar." Esta afirmação não só é reaccionária e ignorante como está errada cientificamente falando, a única coisa que permanece estável é o estado de mudança. Se não nos movimentarmos somos também bem manipulados. E eu não vou à manif para fazer com que as coisas mudem, vou para receber doses de energia revolucionária para continuar o processo de rebelião mental.
  Acho engraçado o monte de gente que não comemora este dia, nas ruas, e por escolha própria (é claro que compreendo quem não tem capacidade de mobilização física). O acontecimento que se comemora deu-nos litros de inovação, de criatividade, de felicidade, de mudança. Eu não poderia ter este blog se não tivesse havido 25 de Abril. Talvez nem internet, e com certeza não poderia andar na António Arroio. Vocês, jovens da minha faixa etária, ainda teriam apanhado réguadas pelo vosso mau comportamento, o que é totalmente anti-pedagógico. Os imigrantes todos que existem em Portugal não estariam aqui muito provavelmente, o direito à habitação teriam-no em barracas.
  A desculpa de não o comemorar pois "se não tivesse havido 25 de Abril havia 4 de Julho" é irrelevante, pois é claro que assim secalhar também não houve 1 de Março e daí termos tido 25 de Abril. A comemoração baseada em tempo é irrelevante, não é o dia do ano que é comemorado, é toda a sua carga histórica, de mudança positiva, e a simbologia.
  Tanto que se eu comemorasse o 25 de Abril pelo acontecimento em si teria de não o comemorar, pois sou constantemente relembrado pelo meu conhecimento que os média estão se sempre a referir a um golpe de estado e não a uma revolução, pura jogada deles. Eu não comemoro a intervenção militar, eu comemoro a desobediência civil que se seguiu ao golpe, a reforma agrária, a despropriação, a saída das pessoas à rua sem o consentimento dos militares. Se eu comemorasse a intervenção militar, era um mero autoritário, e um apoiante de egoístas, pois só se revoltaram porque já estavam a sentir na pele o que o resto de Portugal sentia, com excepções, e bem isto é discutível e não nos ajuda em nada.
  E também não o comemoro pela perfeição que existe nestes dias e esta liberdade e igualdade toda, ambos sabemos que não é essa a actualidade. Comemoro o melhor que estamos, porque estamos melhor, quer queiram quer não, e comemoro a esperança de melhorarmos cada vez mais.

  Que quem não comemorou este ano, comemore no próximo.
  Feliz dia 25 de Abril

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Tá-se tudo a passar

  Não, este não é um post sobre o WTF da Optimus.
  O título deve-se apenas a alguns episódios deste período de tempo próximo.

  Eu a comer um iogurte grego just like a freak, e com batata palha ao lado, uma pessoa a tentar ser saudável e a pessoa que gere o orçamento alimentar não deixa de comprar produto animal e fucking fritos. Eu dou-me perfeitamente bem com vegetais, frutos secos, fruta, tudo e mais alguma coisa de soja, arroz, aveia, amêndoa... Respeitem-me opressores!

  Estive este fim de semana todo no omegle e no kik (app/rede social) a falar com gajos e algo mais, alguns fixolas outros nem tanto. Tudo porque o outro fdp voltou à minha cabeça, e não resistindo ao desejo, foi este o escape que arranjei. Acho que vou ter de falar com ele... sinto que as cenas não estão resolvidas. Também sempre que falo com ele percebo logo que aquele puto não evoluiu, e volto-me a afastar...
  No omegle havia um gajo aqui da linha de Sintra mesmo fixe, tivemos uma conversa awesome, pena que se desconectou.
  Porém, ainda bem que isto tudo está a acontecer, pois a vontade de conhecer novas pessoas está-me a picar novamente, e se conhecesse non-straighties de fora da Arroio seria óptimo, non-straighties simplesmente porque devem haver poucas gajas, especialmente em Portugal, a querer aprofundar uma relação com um pansexual excêntrico e todo amor livre, bem mas se eu existo também devem existir outr@s. Acho que fui uma beca preconceituoso, não? Desculpem lá que não é por mal.

  Não escrevo assim, em massa, à muito tempo, daí isto estar desorganizado.

  Sempre que escrevo aqui lembro-me dos meus posts à la pita, perdoem-me à grande, please

  E a comunidade gay adolescente portuguesa online está assim tão dissipada? É que até dá vontade de ser maior de 18 para ir pos clubs em Lisboa. Comuniquem pah!

  Beijes nus ombres, divirtam-se com o vide abaixe:

quinta-feira, 27 de março de 2014

Stylish

  Pintar as unhas de preto por um dia e vestir roupa velha, beijus <3

domingo, 23 de março de 2014

Eu te amo Renato

Longa fixolas, é pa verem migus!

Perdão

Euzin lindão a equilibrar chakras xx

Vi um filme fab noutro dia e esqueci-me de postar aqui, no vimeo

Ouvindo Lana unreleaseds, sendo muito hipster

Escrevendo frases soltas como se estivesse no twitter

Não sei que dizer, por isso só chaosar

Beijus inimigax, amu as voças vaginax