Ia-me a levantar, mas ele parou-me.
- Primeiro, - pegou numa pulseira feita de pedras brancas e douradas. - põe isto para saberem quem tu és.
Ele também tinha uma. Levantou-se, afastou os cortinados da janela, e começou a passar para o outro lado.
- Onde vais?! - corri para ao pé dele.
- Tomar um banho, lá fora. - olhei e percebi que ele estava a descer por umas trepadeiras que lá haviam, e um conjunto de pedras organizadas que o ajudavam. - Vem, estás à espera do quê?
A água vinha dum riacho, era muito límpida e conseguiam-se ver os peixes coloridos que por lá andavam, porém um pouco fundo.
- Tu sabes que eu não sei nadar muito bem...
- Vá lá, eu estou aqui, não estou?
Mergulhei. Quando vim ao de cima abracei-me a ele rapidamente.
- Calma... ainda estás vivo. - tocou-me na ponta do nariz para arrancar um sorriso e passou a mão no meu cabelo. - Já reparaste que temos, os dois, tons avermelhados?
- Sim... - a reparar também pela primeira vez.
- Não sais ao teu pai, nem à tua mãe. Impressionantemente és mais eu.
- Ainda bem.
- O que queres dizer com isso?
- Nada, na- atacou-me com cócegas - Ahahah! Na água n- Ahahah!
- Au! - dei-lhe um soco nas costas para ele parar.
Ele desapareceu e de repente senti uma coisa a puxar-me para o fundo. Entrei em pânico e comecei a perder ar rapidamente. Quando ele se apercebeu, abriu a boca e colou-a à minha para passar ar e levou-me rapidamente para cima, para as bordas.
- Nunca... mais... faças... isso... - suspirei a pousar a cabeça no ombro dele.
- O quê? Afogar-te ou beijar-te?
- Afogar-me...
- Ou seja, eu posso beijar-te?
- Não sais ao teu pai, nem à tua mãe. Impressionantemente és mais eu.
- Ainda bem.
- O que queres dizer com isso?
- Nada, na- atacou-me com cócegas - Ahahah! Na água n- Ahahah!
- Au! - dei-lhe um soco nas costas para ele parar.
Ele desapareceu e de repente senti uma coisa a puxar-me para o fundo. Entrei em pânico e comecei a perder ar rapidamente. Quando ele se apercebeu, abriu a boca e colou-a à minha para passar ar e levou-me rapidamente para cima, para as bordas.
- Nunca... mais... faças... isso... - suspirei a pousar a cabeça no ombro dele.
- O quê? Afogar-te ou beijar-te?
- Afogar-me...
- Ou seja, eu posso beijar-te?
(Estão à vontade para me dar sugestões para melhor completar esta parte)
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